Na busca por um padrão de profissionalismo e conduta ética entre os tradutores intérpretes, foi estabelecido o Código de Conduta e Ética, que pode ser acessado no site da FEBRAPILS ‒ Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guias-Intérpretes de Língua de Sinais.
Nele, encontramos artigos salientando:
- A importância da imparcialidade, ou seja, de prover os serviços a todos que dele necessitam independente de raça, cor, gênero, religião, orientação sexual ou qualquer outra condição;
- Os princípios que norteiam a conduta profissional, como confidencialidade, competência tradutória, respeito aos envolvidos na profissão e compromisso pelo desenvolvimento profissional;
- Orientações sobre a sua atuação, sempre buscando a equivalência de sentido no ato de tradução e/ou interpretação e corrigindo, prontamente, eventuais equívocos cometidos.
Comprometer-se com a busca por aperfeiçoamento profissional constante, manter boa postura e aparência durante os trabalhos e manter-se neutro não dando opiniões pessoais e conselhos não solicitados. Seguir, sempre que possível, a tabela de honorários sugerida pela FEBRAPILS para que haja concorrência leal entre os profissionais.
Se todos se esforçarem para seguir de perto essas orientações, poderemos fortalecer a categoria, por exemplo, por praticar os valores da tabela de honorários valorizando o tempo e dinheiro investidos na formação inicial e continuada dos profissionais. Além disso, se todos os intérpretes seguirem o que o código diz sobre competência tradutória, não aceitarão serviços que estão além de seu nível técnico, por mais vantajoso que seja financeiramente, pois não estão qualificados para isso e poderão prejudicar os principais interessados – os surdos.
Você concorda com os itens contidos no código? Acha que eles são seguidos pelos profissionais da área?


